subi à casa do sétimo piso pelo meio da torre alta. no corredor circundante, largo, não havia janelas e as paredes deviam ter a espessura das muralhas e por isso se tornavam pesadas aos olhos. ficamos sem saber se havíamos de suspender os panos brancos ou simplesmente pousá-los no chão. importante mesmo era abrir as muralhas para podermos ver a paisagem, e afinal as janelas que estavam escondidas eram bonitas de se ver e valia a pena libertá-las. no cenário, a avenida dirigida ao mar mostrava a linha de encontro com o céu. à noite, à mesa e ao som da música sofrida, de novo voltámos à atmosfera. soltamos o corpo das cadeiras e levitamos sobre a casa em torno do tema do costume. a dúvida humana.
Os meus parabéns por este criativo blogue!
estranhamente, desde há uns anos, deixei de me recordar dos meus sonhos (!!?). até já duvido se sonho!!! ;)
mas se o universo dos meus sonhos tiver analogias com os que descreves aqui, adorava recordá-los de novo.
boas inspirações...
obrigada, fernando vilarinho, pelo comentário a este blog ainda de tão tenra idade. vi os teus comentários no rotação difusa, e achei muito piada. fico contente por intervires aqui também. Muito bem vindo a este pequeno território de poesis publica.
sim, vou tentar vir outras vezes..
muito discreto...