entre eles estavam todas as personagens das histórias que viveram. agora apenas se pressentiam pelas costas e várias vezes se sentiram e ouviram no silêncio. e como ficavam enternecidos por isso. a morte que a quente foi executada deu início à diluição do gelo feito água sobre a terra queimada, cor de ferrugem, paisagem das imagens quentes e secas, outrora sem mar, agora invadidas por ele depois de exposto ao vento mexido pelo centro da terra em luta com o sol, que esconde a lua no peito, e a lua prata que esconde o peito lunar dourado de amor a deus, juntos por fim no cosmos, e as almas niveladas sem buracos fundos, negros, pesados pela história e pelos momentos cegos, motores da evolução e do sofrimento. e como me satisfaz a simulação deste amor!
0 Respostas a “diluição do gelo feito água”
Comentar