pela matina, a luz que irradiava sobre o nevoeiro e lhe levava a humidade à carne e aos ossos, abriu-lhe o caminho no pensamento. com as ideias frescas levou-se à praça onde apanhou o transporte. pelo caminho libertaram música no ar. em sobreposição houvia as notícias na rádio. parecia uma manhã fresca e era bom que assim fosse. o trabalho a esperava pela primeira vez. estava a iniciar um novo ciclo. perto da praça que tinha um coreto no centro e árvores altas douradas pelo outono, anunciaram a morte de amália. havia terminado a sua jornada entre nós. ficou o dia marcado por isso. haviamos todos perdido algo. e não imaginavámos ser possível preencher o vazio que deixou. ela era a sua própria alma. a expressão de quem não vive na carne.
obrigado por me lembrares dela...
(relê o texto... há aí uma letrita a mais)...beijos
se te referes a preencher, também está correcto.
bia...desculpa estar a fazer esta observação...mas referia-me ao "houvia".... pelo sentido da frase acho que queres dizer ouvia (escutava)....desculpa mais uma vez...quando reparares em algum erro meu gostava que me dissesses tb...afinal todos os cometemos....beijos
passou-me ao lado! é uma mistura entre havia e ouvia, lol...beijo e obrigada.
( certa vez dei-me ao cuidado de ver se detectava erros no blog...encontrei talvez meia dúzia deles! é normal)
desculpa... fiquei na dúvida se devia ou não dizer-te alguma coisa... ainda bem que não ficaste ofendida.... beijo e bom fim de semana