e decidiu de uma vez por todas que não. não ía deixar que a prendesse. e determinou, podes escrever em tudo que for pele deste mundo, podes deixar o ar repleto dos teus registos, o planeta coberto pelas tuas palavras, de nada valerão a não ser as tuas palavras ditas ouvidas pelos meus olhos. a praia estava encerrada numa parede de arame em quadrícula que recortava a lâmina cada enquadramento. os passos ritmados marcavam o rasto com som no chão. a lâ à volta do pescoço. estava tudo diferente. o rio desaguava no fim do corpo, a boca que o libertava para o mar. a capela chamava por nós. haviamos de lá ir. a caminhada pela terra miúda, apesar de nos sujar as calças, aliviou-nos o peso na gravidade. estava um ciclo concluído. o homem que fazia praia no inverno protegido pelo paredão e as rochas, vestia um calção azul. a janela do sotão da casa antiga que toda a vida via da janela do quarto, estava coberta por um pano azul. até a lingerie estava azul nesse dia. o livro de marketing em cima da mesa era daquele azul. já não somos quem fomos. a luz que vem do norte trás-nos as mensagens dos mestres e com elas cobre o mar com uma textura que o torna daquele azul passível de olhar na luz, de olhos abertos sem semicerrar. e no meio de todas aquelas obras, foi como se o busto de rodin sorrisse para ela. camille claudel sempre na memória. a mão de deus. esculpidos na mão de deus. deus mais uma vez meteu a mão em nós.
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