lamentou que nunca a tivesse premiado com palavras sobre o seu futuro tal como o fez por ele. e por lamentar, de noite enquanto lia as lombadas magnet percorria os corredores, entre os livros, a chamar por isis, à espreita, pois sabia onde ela estava, mas sem se mostrar, só para que o ouvisse e o sentisse a chamar por si. e eu a ver o que costumava ele fazer. passava os dias naquele lamento. passava os dias assim. mas quando lhe surgiu, virou costas achando audaciosa a sua presença e a reprovar a sua teimosia. repeliu-a. isis propos-lhe a paz que aceitou com um abraço e sem deixar de dizer que algo que jamais alguém imaginou isis ía ter. como se fosse por isso que lhe virou as costas. como se fosse muito importante. e sorriu para logo depois sério dizer que toda a gente pensava que ainda eram companheiros, mas que não, apenas eram amigos, já há algum tempo. e eu a ver isis ao longe atenta a esta conversa, de cabelos mais claros mais calma a pontuar o horizonte. e no piso de terra batida voltei à realidade.
de terra batida se faz a nossa existência por muito longe que possamos chegar...precisamos de voltar a sentir o chão. Os teus textos situam-se muito nestes dois polos aparentemente opostos que fascinam tanto o místico como o cientista que o nega. mais. Jinhos***
obrigada pedro pelo comentário. creio que muitos cientistas não o negam de todo. até breve.
A terra batida trouxe-a à realidade; será?
beijinhos Beatriz:)
Uma beijoca muito grande!!! :)