
depois de ter visto o documentário sobre mulheres e prostituição no Irão, nas curtas de Vila do Conde, só consigo desejar que uma mega bomba dizime radicalmente aquela gente. só assim terminaria a miséria humana que por lá vai. e talvez, depois, se fizesse luz. como a que senti no Clube Literário do Porto, lufada de ar fresco depois de uma projecção daquelas. a visitar.
A História da Sexualidade encerra com a seguinte frase inusitada: “Temos de pensar que um dia, talvez, numa outra economia dos corpos e dos prazeres, deixará de se compreender como...foi possível submeter-nos à austera monarquia do sexo.[1]
[1] Foucault, em,Yurgen Habermas, O discurso filosófico da modernidade, Edições Dom Quixote, 2000
realmente a frase é inusitada
não no sentido de "extraordinária" mas, na minha opinião, no sentido de "desusada"...o português tem destas coisas ;)
temos muito que debater com esta frase...inusitada, talvez no sentido de imprevista, contudo, profundamente actual...infelizmente. só vendo o documentário...
a última frase deixou-me intrigada. beijo...
Beatriz, tens conhecimento de cursos de escrita criativa aqui no Porto? obrigada*
tenho pena de não te poder ajudar, pois como nunca fiz um curso de escrita criativa não estou por dentro do assunto, mas sugiro que passes pelo Clube Literário do Porto, na rua da Alfândega, logo acima da loja da Ana Salazar, e que perguntes por lá, talvez te saibam dizer algo...boa sorte.
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