não sei se me negaste por dever se por prazer. a mulher que vem limpar o chão e recolher o lixo todos os dias diz que me vais dizer que tenho razão. temo que seja tarde. que venhas quando já não queira. ou que já não sinta em profundidade. talvez seja esse o fito. encarar o retorno com leveza. prefiro imaginar que me vão recolher num grande chapéu branco. que me levam a voar e a exercer a minha liberdade. queria ir para longe. gozar o corpo como não queres que o faça. como se não o fizesse em espírito. hoje, surpreendeste-me. a distância que guardo em relação a tudo foi quebrada, conseguiste fazer correr umas lágrimas minhas, por sentir que te via finalmente homem, a cantar para mim como uma declaração de amor. se chorei foi porque senti ser verdade. mais claro, de cabelos compridos confessas-te querer ser o que não és e identificaste-me como sendo tua. não sei se havia mais alguém em palco, sei que os instrumentos tocavam pela tua vontade. apesar das lágrimas recolhi-me como sempre, de novo de volta à distância, e ao sono.
magnífico texto!
concordo com a fátima!
Tudo é por vezes complicado... Texto magnífico!
Bjs*
pela primeira vez, não entendo os vossos comentários. não alcanço o porquê de considerarem o texto magnífico...é curioso...
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